sábado, 19 de marzo de 2016

Publicación  Diario de Mostoles





http://www.mostoles.es/es/noticias/muestra-pictorica-sugerencias-costarricense-limberth-rojas

 Entrevista que me realizó el correo do Porto








Limbert Rojas é um artista plástico costarriquenho, atualmente a residir em Madrid. Antes de aterrar na capital espanhola, passou pelas cidades de San Ramón e San José, ambas na Costa Rica. Está convencido que o ambiente em que viveu e agora vive influenciou e influencia a sua mente criativa. Hoje anda fascinado com a riqueza cultural madrilena. Já expôs no centro comercial Nassica, em Vila do Conde, e na Galeria Metamorfose, no Porto. A este último associa o sorriso dos amigos e o elétrico. Não se esquece de Serralves e Miguel Bombarda (1). E do Douro, claro!
Por Paulo Moreira Lopes
1 – Data de nascimento e naturalidade (cidade e país)?
Fevereiro de 1976, San José, Costa Rica.
2 – Até hoje, quais as cidades onde viveu de modo permanente?
San Ramón, San José, Madrid.
3 – Grau de escolaridade?
Licenciatura em Belas Artes, com ênfase na Pintura, Universidad de Costa Rica. Pós-graduação em Arte Contemporânea, Universidad Complutense de Madrid. Seminario Modernismos Latinoamericanos, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia.
4 – Actividade profissional?
Artista plástico e cenógrafo.
5 – Em que medida o local onde nasceu e viveu influenciou a sua vida artística?
Como artista, estou convicto que o ambiente em torno do qual se desenvolve uma mente criativa tem uma enorme influência. No meu caso, nos primeiros anos de vida, a pequena cidade de San Ramón com as suas paisagens bucólicas e tranquilas e os seus entardeceres dourados alimentaram os meus devaneios criativos.
Mais tarde, quando eu queria prosseguir os estudos superiores de arte, a capital da Costa Rica, San José, deu-me, além de uma sólida formação académica, a possibilidade de vivenciar o ritmo alucinante que se faz sentir em algumas capitais da América Latina.
Posteriormente, quando quis fazer uma pós-graduação na UCM, a cidade de Madrid acolheu-me com todos esses contrastes de cores e riqueza cultural que se fazem sentir em cada esquina. Fascinado e influenciado por toda esta evolução, aqui vou desenvolvendo a minha atividade artística nesta cidade em constante mutação.
6 – Quando pensa na cidade do Porto lembra-se imediatamente de quê?
Quando penso na cidade do Porto, vêm-me à mente todas essas cores que te recebem à chegada, as ruas e as magnificas praças onde soa a vida, o elétrico, qual cometa, a espalhar o seu rasto de nostalgia e elegância por cada esquina onde passa. O sorriso amável dos muitos amigos que tenho nesta cidade. A gastronomia e a música, o sentimento de quem tem a felicidade de as poder saborear.
A visita ao maravilhoso Museu de Arte Contemporânea de Serralves e aos jardins exteriores onde se descobre sugestivas esculturas e fontes de música refrescante. No seu interior as salas são muito espaçosas, com um estilo arquitetónico apurado e um cuidado rigoroso na selecção das obras expostas, faz dele um templo para quem gosta de arte contemporânea.
Não posso esquecer o rio Douro com as suas belas pontes e os orgulhosos promontórios. Esse rio que refresca as vistas de quem o contempla para o desenhar ou tentar capturar um pouco do seu perfume.
7 – Já visitou o Porto? Em caso afirmativo, por que motivo e qual a ideia com que ficou da cidade e da região?
Visitei o Porto em várias ocasiões. A primeira vez fui convidado pelo meu amigo e artista Carlos Diaz Bustamante a participar no desenho e elaboração da instalação artística Aves do Paraíso no centro comercial Nassica, em Vila do Conde. A instalação consistia na representação de um enorme bando de pássaros num bosque de bambu de proporções colossais, cada um com a sua respetiva personalidade distinta e que ia desde o pássaro encantador, ao pássaro dançarino, ao palhaço, entre outros. Alguns em escaparates e outros suspensos do teto.
A segunda vez fui convidado para expor na Galeria Metamorfose no âmbito do projeto Assobiador. Este projeto consistia, muito resumidamente, na intervenção sobre uma placa de cortiça como suporte artístico. Fazia-se uma homenagem ao sobreiro que possui aquele nome e que serve de abrigo a vários pássaros. Esta actividade enquadrava-se no festival do Circulo Cultural Miguel Bombarda onde pude participar e confirmar a melhor impressão que tinha do Porto. Pude ver nas ruas um gosto enorme pela arte e pela cultura. Vi uma mentalidade tão aberta e refrescante que me convida a voltar sempre que posso para desfrutar da cidade, da sua cultura, arte e gastronomia.
§
Original
1 – Fecha de nacimiento y naturalidad (ciudad y país)?
Febrero 1976 San José, Costa Rica.
2 – Hasta hoy en que ciudades has vivido permanentemente
SanRamon, San José, Madrid.
3 – Nivel de estudios?
Lic en Bellas Artes énfasis Pintura, Universidad de Costa Rica
Posgrado en Arte contemporáneo, Universidad Complutense de Madrid.
Seminario Modernismos Latinoamericanos, Museo Nacional Centro de Arte  Reina Sofia.
4 – Actividad profesional?
Pintor Artista, Diseñador, Escenógrafo
5 – En qué medida la ciudad donde naciste y viviste influenció tu vida artística?
Como artista soy un gran convencido de que el entorno en el que se desarrolla una mente creativa influye potencialmente. En mi caso en un primer momento la pequeña ciudad de San Ramon con sus paisajes bucólicos y tranquilos de atardeceres dorados alimentaron mi ensoñación creativa.
Más tarde cuando quise cursar estudios superiores en arte, la ciudad capital de Costa Rica SanJosé me brindó aparte de una firme  formación académica, la posibilidad de sentir el ritmo vertiginoso ala vez que pausado de algunas capitales de América Latina.
Posteriormente cuando quise cursar estudios de post grado en la UCM, Madrid me recibió con todos esos contrastes de colores y riqueza cultural que se sienten en cada rincón. Fascinado e influenciado por todo este constante devenir sigo desarrollando mi actividad artística en esta cambiante ciudad.
6 – Cuando piensas en la ciudad de Porto, que te acuerda de inmediato?
Cuando pienso en Porto vienen a mi mente todos esos colores que te dan la bienvenida, sus calles y magnificas plazas donde repica  la vida, el tranvía que como un cometa riega con su estela de nostalgia y elegancia cada rincón por donde pasa. La sonrisa amable de mis muchos amigos que tengo en esta ciudad. Sus comidas y su música, alma compartida de quien tiene la dicha de saborearlas.
La visita al maravilloso Museo de Arte contemporáneo Serralves y al exterior sus jardines en donde descubres sugestivas esculturas y fuentes de música refrescante. En su interior sus salones espaciosos, un gusto de arquitectura  y el maximo cuidado en la curaduria de las obras que allí se exponen, un templo a quienes gustan del arte contemporáneo.
Y como olvidar  el rio Dóuro con sus puentes hermosos y orgullosos atalayas de ese rio que refresca  la vista de quien lo mira de quien observa tal vez quieto dibujando un boceto y tratando de captar un poco de ese, su perfume.
7 – Ya visitaste Porto? En caso positivo, porque motivo y qué memorias tienes de la ciudad y la región?
He visitado Porto en múltiples ocasiones, la primera vez fue invitado a participar en el diseño y elaboración de la instalación artística Aves do Paraiso en el centro comercial Nassica en Vila do Conde, a cargo de mi amigo y artista Carlos Diaz de Bustamante. La instalación consiste en la interpretación de una bandada  de aves gigantescas dentro de un bosque de bambú de proporciones colosales cada con su respectiva personalidad distinta van: desde el pájaro coqueto, el ave  bailarina, el clown entre otros. Algunos en escaparates y otros suspendidos en el techo.
La segunda fue invitado a exponer en la Galería Metamorfose como parte del proyecto Assoviador dicho proyecto consistía muy resumidamente en la intervención de una placa de corcho como soporte artístico. haciendo homenaje al alcornoque, árbol de corcho que sirve como hogar a múltiples tipos aves. Esta actividad  se enmarcaba en el festival del Circulo Cultural Miguel Bombarda donde pude disfrutar y comprobar mi mejor impresión de Porto, ver en las calles tanto apetito por el arte y la cultura una mentalidad tan abierta refrescante que me invita a volver siempre que pueda a disfrutar de Porto su cultura su arte y su gastronomía.

(1) Vai participar na próxima exposição coletiva a inaugurar em 20 de junho na DaVinci art gallery, em Miguel Bombarda.





http://www.correiodoporto.pt/prioritario/porto-visto-por-limberth-rojas

Exposición "Sugerencias" Centro Cultural Caleidoscopio


 SUGERENCIAS
Es el estudio de la descomposición del color, un acercamiento al puntillismo y también a la recreación del claro-oscuro, a través de sombras y luces: "Un juego entre lo nítido y lo nebuloso, entre lo que se difumina y lo que se deshace". Un ejercicio, en definitiva, para capturar la luz y las formas. Por ello, en Sugerencias " todo está abierto a la imaginación del espectador". 

Para todos aquellos que no pudieron asistir a mi exposición Sugerencias
aquí tienen una pequeña visita fotográfica.